Simule investimentos de rede ano a ano, dos próximos 5 aos próximos 30 anos.
Subestações, linhas, transformadores, condutas, estações de bombagem, contadores inteligentes, armazenamento e integração de produção distribuída: o Oxand Simeo™ mostra como risco técnico, orçamento, fiabilidade e CO₂ interagem.
O reforço planeado e baseado em evidências mantém o estado da rede acima do limiar de falha ao longo de 30 anos.
Seis forças que alteram o planeamento de rede.
Novos perfis de carga
Produção distribuída, veículos elétricos, bombas de calor e armazenamento mudam a procura mais depressa do que os ciclos tradicionais de planeamento.
Ativos envelhecidos
Redes instaladas há décadas exigem renovação seletiva antes de falhas com impacto no serviço.
Exposição climática
Tempestades, calor, seca e inundações aumentam consequências de falha e obrigam a ponderação prospetiva de risco.
Orçamento regulado
O envelope CAPEX não cresce ao ritmo de todas as necessidades. É preciso defender o que entra e o que fica para depois.
CO₂ como restrição de planeamento
Descarbonização, eficiência energética e perdas de rede competem no mesmo orçamento que fiabilidade e capacidade.
Conhecimento crítico a sair da organização
A lógica dos planeadores experientes tem de ficar numa plataforma que sobreviva a equipas, ciclos e reorganizações.
é a priorização plurianual de CAPEX em ativos lineares, pontuais e de produção ou suporte. Deve equilibrar qualidade de serviço, risco, capacidade, resiliência climática, trajetórias de descarbonização e limites regulatórios. O AIP torna estes equilíbrios explícitos e comparáveis.
Como o Simeo estrutura o planeamento de rede.
Um registo de ativos para toda a rede
Integre ativos de rede e ativos pontuais a partir de GMAO/CMMS, GIS/SIG, ERP e inspeções. A equipa trabalha com uma base de dados central para planeamento técnico, financeiro e regulatório.
Envelhecimento e risco modelados ano a ano
Modelos preditivos projetam probabilidade de falha, consequência e exposição climática por família de ativos. Suposições de carga, clima e descarbonização entram diretamente nos cenários.
Cenários sob restrições de orçamento, risco e CO₂
Compare horizontes de 5, 10, 20 e 30 anos. Defina limites CAPEX, objetivos de fiabilidade e trajetórias de CO₂ e veja que ativos são financiados em cada cenário.
Do registo de ativos ao plano de reforço a 30 anos.
Quatro etapas, um modelo: unificar o registo, projetá-lo no tempo, definir os cenários e defender o plano.
Unificar o registo
Subestações, linhas, transformadores, aparelhagem de corte e redes principais: importação em massa a partir de GMAO, SIG e ERP em poucos dias.
Projetar no tempo
Mais de 10 000 modelos preditivos. Probabilidade de falha, consequência e exposição climática, ano a ano.
Definir cenários
Limites orçamentais, objetivos de fiabilidade, trajetória de descarbonização e pressupostos de DER: tudo configurável.
Comparar e defender
Cenários lado a lado, detalhe ao nível do ativo e resultados prontos para a administração, no formato exigido pelo seu regulador.
Cada recomendação está ligada ao ativo, aos dados de estado, ao modelo e à ação.
Capacidades que tornam o plano defensável.
Simulação plurianual
Compare caminhos de 5 a 30 anos sob restrições de orçamento, risco, carbono e qualidade de serviço.
Renovar, reforçar ou manter
Avalie cada opção por custo de ciclo de vida, redução de risco, emissões e impacto operacional.
O CO₂ como restrição de primeira ordem
Mix de produção, perdas de rede, eletrificação do aquecimento e dos transportes — a trajetória de neutralidade carbónica está integrada no CAPEX, não ao lado dele. Otimize o €/tCO₂ em todo o portefólio.
Ativos lineares e pontuais
Planeie redes, subestações, estações de bombagem, reservatórios, válvulas, contadores, cabos e sistemas técnicos no mesmo modelo.
Ponderação do risco climático
A exposição climática futura é sobreposta ao estado dos ativos. Os investimentos são priorizados onde a consequência climática é mais elevada — tempestade, calor, inundação e incêndio são todos modelados.
Evidência para reguladores e direção
Cada recomendação liga ativo, dados de estado, modelo, cenário e ação, criando rastreabilidade de decisão.
Reconhecido pela Gartner.
A Oxand é referida como fornecedor representativo no Gartner Market Guide for Asset Investment Planning Solutions (G00781827, dezembro de 2024). O guia identifica o AIP como uma categoria de software distinta, utilizada por organizações com ativos intensivos para priorizar o investimento ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos.
Perguntas frequentes
O Simeo suporta simulação ano a ano em horizontes longos?
Sim. Simulação ano a ano ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos. Os modelos preditivos projetam degradação, risco, risco climático, custo e carbono ao longo do horizonte de planeamento definido — 5, 10, 20 ou 30 anos.
Como é que o Simeo modela o crescimento da produção distribuída e da carga de veículos elétricos?
A penetração da produção distribuída é um dado de cenário que redefine o perfil de carga, a capacidade das linhas, a gestão de tensão e o calendário de reforço das subestações. Execute cenários agressivos ou conservadores de produção distribuída e veja de imediato o impacto ao nível de cada ativo.
O Simeo cobre apenas redes elétricas?
Não. O mesmo princípio aplica-se a redes elétricas, água, saneamento, gás, aquecimento urbano e portefólios mistos com ativos lineares e pontuais.
Podemos comparar capacidade e renovação no mesmo cenário?
Sim. Reforço de capacidade, renovação, manutenção e adaptação climática podem competir no mesmo motor de cenários, com restrições claras.
Quanto tempo demora obter um primeiro plano?
A maioria dos projetos começa com uma primeira visão de cenários em semanas, usando dados existentes e enriquecendo o modelo com inspeções e integrações.
Veja o planeamento de rede no seu portefólio.
Traga o registo de ativos e o horizonte de planeamento. Mostramos como um cenário de 30 anos fica no Oxand Simeo™.
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