Contexto
A abordagem "Working Together" assentou numa coordenação próxima com o empreiteiro. O projeto exigia domínio das práticas neerlandesas por parte de um contratante internacional, incluindo gestão de requisitos, V&V, transferência da obra e gestão de certificados.
A solução da Oxand
- 01 Definir uma estratégia integrada de gestão contratual baseada em entregas parciais, validação explícita e System Oriented Contract Management (SCB).
- 02 Reforçar a gestão técnica, promovendo a interação com a VeenIX e transformando as revisões num processo contínuo, não apenas num momento formal.
- 03 Aplicar uma abordagem baseada no risco, centrada nos pontos críticos, e exigir que o empreiteiro verificasse os requisitos contratuais durante a execução através de requisitos derivados e validados.
O que a Oxand entregou
V&V e transferência coordenadas
A Oxand coordena os processos de V&V, gestão de certificados e transferência da obra com abordagens baseadas no risco e orientadas por processo, apoiadas em ferramentas como o Relatics.
Perguntas frequentes
Qual é o papel da Oxand no A9BAHO?
Trabalhar ao lado do empreiteiro: gestão de requisitos, verificação e validação, entrega e gestão de certificados, conduzidos de acordo com a prática contratual neerlandesa.
O que é o System Oriented Contract Management?
É a prática neerlandesa de conduzir um contrato testando o próprio sistema de qualidade do empreiteiro, em vez de inspecionar cada obra individualmente. Desloca o esforço do cliente da verificação dos resultados para a verificação de que o processo que os produz é sólido.
Por que motivo um empreiteiro internacional precisa de apoio na prática neerlandesa?
Porque o contrato é administrado segundo convenções que não são as do empreiteiro — entregas parciais, validação explícita, gestão orientada para o sistema. Alinhar-se com elas é uma condição para a aceitação do contrato, e não uma preferência.
O que muda quando as revisões passam a ser contínuas?
A gestão técnica reforça-se, porque a interação com a VeenIX ocorre a par do avanço do trabalho, em vez de em pontos fixos. Uma revisão deixa de ser um evento formal e passa a ser a forma como o trabalho é conduzido.
O que exige a abordagem baseada no risco ao empreiteiro?
Que se concentre nas preocupações críticas e que verifique os requisitos contratuais durante a execução, através de requisitos por ele próprio derivados e validados — em vez de deixar a verificação para o fim.