Contexto
Paris-Charles de Gaulle e Paris-Orly receberam perto de 107 milhões de passageiros em 2025, em 3 257 e cerca de 1 530 hectares de plataforma. O Groupe ADP opera e desenvolve os aeroportos de Paris (Paris-Charles-de-Gaulle, Paris-Orly e Le Bourget), gerindo um dos maiores sistemas aeroportuários do mundo. Perante uma complexidade operacional crescente, infraestruturas envelhecidas e expectativas de desempenho cada vez mais exigentes, a ADP lançou um programa de excelência operacional centrado na manutenção estratégica dos ativos. Entre os desafios estavam garantir a disponibilidade e o desempenho dos ativos de infraestrutura prioritários, priorizar investimento e manutenção com base no risco e melhorar a visibilidade para decisões estratégicas num portefólio vasto e diversificado. A Oxand acompanha o Groupe ADP nas estruturas dos seus edifícios há mais de dez anos.
A solução da Oxand
- 01 Referencial de vigilância estrutural Uma metodologia de análise de riscos escrita para as estruturas dos edifícios do património, e os planos de vigilância dela decorrentes — implementados nos 60 edifícios mais estratégicos de Paris Aéroport.
- 02 Implementação do Oxand Simeo™ em 3 grandes plataformas, abrangendo cerca de 60 edifícios estratégicos
- 03 Simulação e cartografia de riscos dos ativos críticos para avaliar a degradação e antecipar necessidades de manutenção
- 04 Priorização de planos de monitorização e ação com base na criticidade dos ativos e nos riscos associados
- 05 Desenvolvimento de um painel de controlo estratégico para apoiar decisões de manutenção e investimento ao mais alto nível
O que a Oxand entregou
Visibilidade e priorização do portefólio
Maior visibilidade e melhor priorização num portefólio de ativos complexo
Monitorização e relatórios normalizados
Monitorização e relatórios normalizados para apoiar a excelência operacional e a supervisão executiva
Perguntas frequentes
O que é o Programa de Excelência Operacional do Groupe ADP?
Um programa centrado na manutenção estratégica de ativos, lançado para manter a disponibilidade e o desempenho das infraestruturas prioritárias, priorizando o investimento e a manutenção pelo risco, em vez de pela ação corretiva.
Que perímetro abrange a implementação?
Três grandes plataformas — Charles de Gaulle, Orly e Le Bourget — e cerca de 60 edifícios estratégicos nelas integrados.
Por que priorizar pelo risco, em vez da ação corretiva?
Porque uma fila corretiva é ordenada pelo que já falhou. Ordenar pelo risco coloca em primeiro lugar as obras que protegem a disponibilidade, o que é essencial quando o parque de ativos é vasto, diversificado e envelhece a ritmos diferentes.
Qual é a função do painel estratégico?
Suporta as decisões de manutenção e investimento a nível executivo, com base numa monitorização e num relato normalizados, em vez dos números próprios de cada plataforma.
O que ganha a ADP num património tão diversificado?
Visibilidade e priorização sobre a totalidade do património em simultâneo, e uma forma normalizada de o monitorizar e relatar, que sustenta tanto a excelência operacional como a supervisão executiva.