InfraestruturasAutoestradas e obras de engenharia civil

CD64 — Pyrénées-Atlantiques

O CD64 implementa o Infrasim™ no seu parque de obras de arte para uniformizar o seu conhecimento, modelar os riscos e construir um programa plurianual de investimento.

CD64 — Pyrénées-Atlantiques
~1 500
Obras de arte em gestão
10 anos
De visibilidade sobre as necessidades
Infrasim™
A solução implementada

Contexto

O Conseil départemental des Pyrénées-Atlantiques gere cerca de 1 500 obras de arte: abóbadas, pontes em laje armada e outras famílias ainda, de idades muito diferentes, sendo as mais antigas centenárias. O departamento conhece bem o seu parque. O que queria era capitalizar esse conhecimento: passar de um saber detido pelas equipas para uma base sobre a qual fundamentar as suas escolhas, e ter a certeza de realizar as ações certas no momento certo.

A solução da Oxand

  1. 01 Uniformizar os dados Os dados das obras de arte uniformizados e capitalizados, para que uma ponte e uma abóbada se comparem na mesma base.
  2. 02 Modelar os riscos Os riscos associados às obras modelados, o que dá uma visão dinâmica do seu estado em vez de um retrato datado.
  3. 03 Colocar as políticas de manutenção em cenários Políticas de manutenção colocadas em cenários, incluindo as restrições orçamentais.
  4. 04 Construir o programa plurianual Um programa plurianual de investimento elaborado a partir destes cenários.
  5. 05 Instalar a ferramenta nas equipas Formação e acompanhamento das equipas, para um uso do Infrasim™ que perdure para além da missão.

O que a Oxand entregou

Um plano que prioriza pelo risco

Uma solução informática dinâmica que produz um plano plurianual de investimento que prioriza os riscos.

Visibilidade sobre o envelhecimento

Uma visão sólida do estado e do envelhecimento das obras, base de uma gestão preditiva estruturada do património.

Custos e riscos controlados

O controlo dos custos e dos riscos ligados à exploração das obras de arte.

Perguntas frequentes

Que parque gere o departamento?

Cerca de 1 500 obras de arte, de famílias muito diferentes — abóbadas, pontes em laje armada e outras — e de idades igualmente variadas, sendo as mais antigas centenárias.

Porquê modelar em vez de inspecionar?

A inspeção diz o estado de uma obra numa data. O modelo diz como esse estado vai evoluir, e portanto quando intervir. É essa passagem da constatação à projeção que permite realizar a ação certa no momento certo, em vez de a fazer pelo calendário.

O que é o Infrasim™?

A solução da Oxand dedicada às infraestruturas. Aqui, sustenta a modelação do risco das obras de arte e a construção do programa plurianual de investimento.

Com o que fica o departamento no final?

Um programa plurianual de investimento priorizado pelo risco, e equipas formadas para o manter vivo — a missão instala a ferramenta na organização, não se limita a entregar um relatório.

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