Contexto
O Conseil Départemental des Yvelines (CD78) pretende implementar uma estratégia para cumprir os objetivos de desempenho energético a que se comprometeu no âmbito da regulamentação francesa, o Decreto Terciário, otimizando simultaneamente os investimentos para reduzir a manutenção em atraso. A Oxand apoia o conselho ao evidenciar as operações prioritárias e identificar o impacto das obras no envelhecimento dos ativos, na segurança e na melhoria do desempenho energético. Sem uma estratégia de manutenção, a dívida cinzenta deverá triplicar até 2050.
A solução da Oxand
Centralizar o conhecimento do portefólio de ativos e obter uma visão clara e fiável do estado de desempenho. Priorizar as operações mais críticas em função das poupanças de energia e avaliar o retorno do investimento. Direcionar operações-chave de acordo com as necessidades de reabilitação, com foco na sustentabilidade. Simplificar a tomada de decisão para garantir investimentos informados.
O que a Oxand entregou
Visão clara do desempenho do portefólio
Visão clara do desempenho do portefólio (riscos, envelhecimento e eficiência energética)
Investimentos mais bem direcionados
Otimização dos investimentos através da identificação das operações com a melhor relação entre custo, melhoria do desempenho energético e redução do risco
Trajetória orçamental justificada
Justificação orçamental: até 2032, o orçamento anual teria de aumentar 45 % para implementar o cenário ótimo.
Perguntas frequentes
O que se propôs fazer o Conseil Départemental des Yvelines?
Cumprir os objetivos de desempenho energético a que se comprometeu no âmbito do decreto francês do setor terciário, otimizando simultaneamente o seu investimento, de modo que a melhoria do desempenho energético e a redução da manutenção em atraso sejam perseguidas pelo mesmo programa.
Como são identificadas as operações prioritárias?
Lendo cada operação candidata em função de três aspetos ao mesmo tempo: a poupança de energia que proporciona, o seu efeito no envelhecimento dos ativos e na segurança, e o seu retorno do investimento — o que permite que as operações com a melhor relação surjam em primeiro lugar.
Por que razão o desempenho energético e a manutenção não podem ser planeados separadamente?
Porque competem pelo mesmo envelope orçamental e, muitas vezes, pelo mesmo componente. Uma cobertura renovada pelo seu estado é também a cobertura que sustenta o isolamento, pelo que planear os dois em conjunto evita pagar duas vezes ou escolher às escuras.
De que precisava o conselho antes de tomar qualquer decisão?
Do conhecimento do seu património centralizado numa visão clara e fiável do estado de desempenho. Sem isso, uma trajetória energética pode ser assumida, mas não pilotada.
O que ganha o conselho?
Uma visão clara do desempenho do portefólio quanto ao risco, ao envelhecimento e à eficiência energética, investimentos direcionados para a melhor relação entre custo, ganho energético e redução do risco, e uma trajetória orçamental que pode justificar.