Contexto
A Voies navigables de France gere, a par da rede fluvial que detém em concessão, um património imobiliário de 410 000 m² distribuído por 4 100 edifícios e sete direções territoriais, com um orçamento acumulado de funcionamento e investimento de 15 M€. Cada direção tinha a sua prática. A VNF quis alinhá-las numa política comum, e passar de uma manutenção curativa de curto prazo para uma manutenção preventiva assente em planos plurianuais.
A solução da Oxand
- 01 Fazer o levantamento da organização A organização do imobiliário revista para identificar as pistas de otimização.
- 02 Estruturar o conhecimento à escala nacional O conhecimento do património estruturado e capitalizado a nível nacional, com propostas de organização.
- 03 Valorizar os dados no Simeo Os dados do património estruturados no Oxand Simeo™, e diferentes cenários de manutenção preditiva e de investimento simulados.
- 04 Implementar nas sete direções Um plano de implementação do Oxand Simeo™ elaborado para o conjunto das sete direções territoriais.
O que a Oxand entregou
Uma organização imobiliária eficiente
Uma organização compatível com a racionalização dos efetivos, e uma política comum às direções territoriais.
O conhecimento do património capitalizado
Um conhecimento que deixa de depender dos detentores de saber de cada direção.
Necessidades projetadas em vários anos
A projeção plurianual das necessidades de manutenção preventiva e curativa.
Despesas em baixa, riscos controlados
A diminuição das despesas globais mantendo o controlo dos riscos, sobre elementos objetivos de apoio à decisão.
Perguntas frequentes
Que património imobiliário gere a VNF?
410 000 m² distribuídos por 4 100 edifícios, a par da rede fluvial de que o organismo é concessionário, e acompanhados por sete direções territoriais.
O que muda a passagem ao preventivo?
Uma manutenção curativa trata o que cedeu, no ano em que cede. Uma manutenção preventiva coloca a intervenção antes da falha, o que pressupõe saber como o património envelhece — e permite escalonar a despesa num plano plurianual em vez de a sofrer.
Porquê uma política comum às direções?
Porque sete práticas diferentes produzem sete levantamentos incomparáveis. Uma política comum e um referencial partilhado permitem decidir entre direções pelos mesmos critérios.
Com o que fica a VNF no final?
Uma organização imobiliária equipada, o conhecimento do seu património capitalizado a nível nacional, e projeções plurianuais de necessidades sobre as quais fundamentar as suas decisões.